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  • Pensar a Dois

Em época de polarização, o livre pensar é um ato revolucionário


Há um ano nascia o Pensar a 2.


Ele veio à luz como a manifestação de um desejo nosso (Denis e Priscylla) de trabalharmos juntos, termos um projeto para pegarmos no colo e chamarmos de nosso.


Somos de áreas completamente diferentes (comunicação e engenharia) e não conseguíamos encontrar algo que conciliasse nossas habilidades e interesses.


Até que, depois de muito pensar, chegamos à epifânica conclusão que (vejam só) gostávamos muito de...pensar.


Assim surgiu o Pensar a 2.


Um projeto para expormos nossas opiniões, ideias e experiências e, ao mesmo tempo, nos possibilitasse passar algum tempo juntos, nos divertir, conhecer um pouco mais o outro, já que a agenda de um casal que empreende por conta própria não costuma dar brecha para o tempo livre.


Para materializarmos nosso projeto, escolhemos inicialmente o podcast como plataforma, por ser rápido e não exigir muita produção, como a gravação de um vídeo (luz, maquiagem, roupa), por exemplo.


Começamos gravando de uma forma meio anárquica, sem pauta, à noite (depois de colocarmos o Pedro para dormir) na cozinha de casa, tendo como sonoplasta nosso gato chamado Panda que costuma dormir durante os programas.


No dia 8 de novembro, colocamos o primeiro episódio no ar (Espiritualidade nas Empresas).

De lá para cá, algumas coisas continuam iguais (o Panda ainda dorme durante as gravações) e outras mudaram (agora gravamos na sala) e, além dos podcasts, aumentamos nosso portfólio de conteúdo com artigos, frases, vídeos e vários eventos realizados, como os seminários sobre Educação Disruptiva.


Além disso, o Pensar a 2 nos deu a possibilidade de conhecermos pessoas notáveis, com experiências de vidas fantásticas, conhecimentos diversos, que nos brindaram com entrevistas fodásticas.


Neste primeiro ano de vida, já falamos sobre autoconhecimento, netweaving, racismo, espiritualidade, violência contra a mulher, empreendedorismo, preconceitos, crenças limitantes, a reconstrução da masculinidade, carma, novos rumos da educação, profissões do futuro, cabala, sexualidade, manipulação de massas...


Costumamos dizer que, ao abordarmos todos esses assuntos e expormos nossos pontos de vista, não queremos ter razão ou impor nossos pensamentos pois não somos donos da verdade, queremos apenas provocar a reflexão.


Só assim, por meio da livre troca de ideias sem patrulhamento e sem repressão, respeitando e expondo todos os vieses, é que conseguiremos despertar e conscientizar as pessoas para a nossa nova realidade, o Mundo VUCA (Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo) no qual vivemos.


Esse mundo exige uma nova visão, um novo comportamento, um novo entendimento da vida em sociedade, baseado no compartilhamento, na generosidade, na economia consciente, no empreendedorismo com propósito, na equidade social, no autoconhecimento e no desenvolvimento de soft skills.


O livre pensar não tem ideologias, nem bandeiras. Ele respeita a liberdade e a pluralidade. Queremos pensar coletivamente, criar a egrégora do pensamento positivo e propositivo.


Enquanto a maioria busca o confronto, vencer e desqualificar quem pensa diferente, impor seu ponto de vista, nós queremos apenas provocar a desconstrução do pensamento pasteurizado.


Aos poucos, o Pensar a 2 vem deixando de ser um projeto nosso para ser um projeto de todos e isso nos enche de orgulho.


Em época de polarização, o livre pensar é um ato revolucionário.


Denis e Priscylla

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